Corre no Campus do IFF em Itaperuna, entre os alunos, um abaixo-assinado patrocinado pelo Grêmio estudantil da unidade reivindicando o retorno do Professor Evanildo dos Santos Leite, ex-diretor daquele Campus, para atuar como professor docente naquela escola técnica.
O documento, circulando há apenas três dias letivos, ja reúne a assinatura de mais de 30% dos alunos matriculados no Campus. Os estudantes alegam que Evanildo, que tem serviços prestados e é querido por eles, deve ter o direito de ter respeitada sua vontade de dar aulas em Itaperuna.
A direção atual, nomeada pelo reitor recém eleito, Professor Luiz Augusto Caldas, admite a carência de pelo menos dois professores na área de Eletrotécnica, onde atua Evanildo, mas declara preferir buscar preencher estas vagas com a contratação de professores substitutos, a remoção de professores de outros campus ou com a convocação de novos concursados.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Boatos virtuais
Nota na edição de sábado (11/02) d'O GLOBO noticiou que arrastões, saques, fechamento de lojas e até tiroteios que de fato não ocorreram foram alardeados pela internet causando terror dispensável em quem buscava informações sobre a mobilização de bombeiros e policiais na capital do Estado. Contrate absoluto com a tranquilidade que o blogueiro observou no Centro e na Zona Norte na tarde e noite de sexta, dia 10, na cidade maravilhosa. Não sei se houve algo parecido por aqui, mas é triste que o potencial de comunicação e informação da rede seja disvirtuado para tal comportamento. Inevitável que isto ocorra dada a popularidade crescente de redes sociais e mídias virtuais, mas a escala em que tal espírito de porco se manifestou no Grande Rio é realmente lamentável.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
A estranha aliança de Garotinho com o Conlutas!
Perdoem-me os meus poucos amigos(as) que acessam este blog o tema deste post. Certamente há uma recorrência deste tema na rede, mas, ainda que com atraso, este blog não pode se furtar a emitir algumas impressões sobre a "greve" na segurança pública do Rio. As aspas se justificam por três razões: 1- A pequena adesão ao movimento nas corporações militares; 2- A contradição entre a Lei militar e a natureza do movimento reivindicatório; 3- O recente anúncio agora a tarde do fim da greve no único segmento indiscutivelmente legitimado para fazê-lo: os policiais civis.
Mas este blogueiro - mais idiota que o Eremildo do Elio Gaspari - ainda não conseguiu processar várias informações do noticiário dos últimos dias e quer dividir suas dúvidas com seus leitores, a fim de tentar melhor compreender a estranha associação criada em pró da mobilização de bombeiros e policiais no RJ.
Que interesses foram capazes de associar a tal movimento atores políticos tão díspares como o Deputado Anthony Garotinho, PR-RJ, a Deputada Estadual fluminense Janira Rocha, PSol, e a "central sindical" CSP Conlutas - apesar do fim da greve dos policiais civis, responsável por nota que acabo de receber manifestando "incondicional apoio e solidariedade a luta dos Policiais Civis, Militares e Bombeiros do Rio de Janeiro em greve por dignidade e melhores condições salariais, com o encaminhamento e aprovação imediata da PEC 300 no Congresso Nacional para resolver o problema salarial dos policiais e bombeiros (...)"?
Com todo respeito, desconfio muito dos reais interesses que orientam o "apoio" de muitos destes Senhores e Senhoras ou entidades à justa reivindicação salarial dos servidores da segurança pública. Estranho, sobretudo, a deflagração da greve no dia seguinte à aprovação pela ALERJ - com várias emendas favoráveis - de matéria que garantiu reajustes com índices superiores aos alcançados pela maioria dos trabalhadores de diversos ramos nas negociações recentes mais bem sucedidas. Não ignoro que as perspectivas de reajuste para os policiais e bombeiros até 2014 ainda estão aquém do justo ou do ideal, mas certamente deve superar as conquistas de muitas categorias nas campanhas salariais em curso e dos próximos anos!
Também me intriga o calendário das mobilizações - as vésperas do Carnaval - e a estreita articulação dos movimentos na Bahia e no Rio, notoriamente os dois principais polos da maior festa popular do Brasil e unidades da federação governadas por aliados do governo federal.
Nota da OAB-RJ divulgada ontem destaca que as reivindicações salariais da categoria é justa, mas a greve é inconstitucional.
Concordo inteiramente com a pertinência das reivindicações e, sem entrar no mérito - muito polêmico - do direito dos militares à greve - na verdade penso que a segurança pública deveria estar a cargo de instituições formadas por agentes civis - gostaria mesmo de acreditar que por trás do movimento há apenas a justa indignação de servidores mal remunerados e sua disposição de luta.
Mas este blogueiro - mais idiota que o Eremildo do Elio Gaspari - ainda não conseguiu processar várias informações do noticiário dos últimos dias e quer dividir suas dúvidas com seus leitores, a fim de tentar melhor compreender a estranha associação criada em pró da mobilização de bombeiros e policiais no RJ.
Que interesses foram capazes de associar a tal movimento atores políticos tão díspares como o Deputado Anthony Garotinho, PR-RJ, a Deputada Estadual fluminense Janira Rocha, PSol, e a "central sindical" CSP Conlutas - apesar do fim da greve dos policiais civis, responsável por nota que acabo de receber manifestando "incondicional apoio e solidariedade a luta dos Policiais Civis, Militares e Bombeiros do Rio de Janeiro em greve por dignidade e melhores condições salariais, com o encaminhamento e aprovação imediata da PEC 300 no Congresso Nacional para resolver o problema salarial dos policiais e bombeiros (...)"?
Com todo respeito, desconfio muito dos reais interesses que orientam o "apoio" de muitos destes Senhores e Senhoras ou entidades à justa reivindicação salarial dos servidores da segurança pública. Estranho, sobretudo, a deflagração da greve no dia seguinte à aprovação pela ALERJ - com várias emendas favoráveis - de matéria que garantiu reajustes com índices superiores aos alcançados pela maioria dos trabalhadores de diversos ramos nas negociações recentes mais bem sucedidas. Não ignoro que as perspectivas de reajuste para os policiais e bombeiros até 2014 ainda estão aquém do justo ou do ideal, mas certamente deve superar as conquistas de muitas categorias nas campanhas salariais em curso e dos próximos anos!
Também me intriga o calendário das mobilizações - as vésperas do Carnaval - e a estreita articulação dos movimentos na Bahia e no Rio, notoriamente os dois principais polos da maior festa popular do Brasil e unidades da federação governadas por aliados do governo federal.
Nota da OAB-RJ divulgada ontem destaca que as reivindicações salariais da categoria é justa, mas a greve é inconstitucional.
Concordo inteiramente com a pertinência das reivindicações e, sem entrar no mérito - muito polêmico - do direito dos militares à greve - na verdade penso que a segurança pública deveria estar a cargo de instituições formadas por agentes civis - gostaria mesmo de acreditar que por trás do movimento há apenas a justa indignação de servidores mal remunerados e sua disposição de luta.
Falhou de novo!
Quarta-feira agitada. Reunião no IFF Campus Itaperuna e visitação dos filhos. Este blogueiro falhou de novo no cronograma deste blog. Escusas reiteradas, expectativa de garantir post do dia 15, contando com a compreensão e paciência dos amigos que visitam este espaço virtual. Até lá.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Sobre a prioridade de lotação.
Conversava na última semana com um companheiro que considero sensato e tem experiência na educação pública. Ele chamou minha atenção para uma prática - conquista do processo de democratização na gestão de escolas públicas - que revela-se realmente justa e eficiente contra mesquinharias políticas eventualmente observadas em processos dos mais avançados no que se refere a pleitos desta natureza.
Trata-se da prioridade de lotação, mecanismo que garante a gestores que findam seus mandatos optar por permanecer nas unidades que dirigiram ou ser relotado em outras unidades nas redes ou instituições de ensino públicas onde atuam como educadores.
Em ambos os casos, fica garantida a liberdade do servidor para colher os frutos de sua gestão ou se preservar - bem como à comunidade escolar - de eventuais constrangimentos ocasionados por divergências manifestas pelos pleitos ou por conflitos de concepções de gestão presentes na disputa democrática.
Mais que isso, fica atenuada a lamentável - mas recorrente - prática das retaliações, revanchismos e oportunismos que, infelizmente, se seguem a pleitos democráticos na gestão de instituições públicas de ensino. Tal prática, que infelizmente pauta a conduta de colegas, servidores públicos, legitimamente eleitos muitas vezes com o discurso da pluralidade e do respeito a divergência, macula o bom funcionamento das unidades e, muitas vezes, causa prejuízo direto aos alunos e à comunidade escolar. Em nome da vil intenção de eliminar lideranças, implodir experiências prévias e processos coletivos ou favorecer a implantação de novos projetos de gestão e a construção de novos grupos hegemônicos.
A afirmação de projetos e lideranças democraticamente legitimadas pelo cotidiano da gestão democrática é algo natural que certamente pode prescindir da mesquinharia da perseguição política rasteira e conservadora!
O mecanismo da lotação prioritária, que já existe em algumas redes que praticam a gestão democrática, deveria, a meu juízo, ser instituído formal e legalmente em todos os processos eleitorais para direções de escolas públicas, de forma a restringir tristes episódios onde discurso e prática afastam-se, configurando constrangedora incoerência que não coaduna com o verbo de quem prega pluralismo, unidade, descentralização e outras bonitas palavras de ordem.
Trata-se da prioridade de lotação, mecanismo que garante a gestores que findam seus mandatos optar por permanecer nas unidades que dirigiram ou ser relotado em outras unidades nas redes ou instituições de ensino públicas onde atuam como educadores.
Em ambos os casos, fica garantida a liberdade do servidor para colher os frutos de sua gestão ou se preservar - bem como à comunidade escolar - de eventuais constrangimentos ocasionados por divergências manifestas pelos pleitos ou por conflitos de concepções de gestão presentes na disputa democrática.
Mais que isso, fica atenuada a lamentável - mas recorrente - prática das retaliações, revanchismos e oportunismos que, infelizmente, se seguem a pleitos democráticos na gestão de instituições públicas de ensino. Tal prática, que infelizmente pauta a conduta de colegas, servidores públicos, legitimamente eleitos muitas vezes com o discurso da pluralidade e do respeito a divergência, macula o bom funcionamento das unidades e, muitas vezes, causa prejuízo direto aos alunos e à comunidade escolar. Em nome da vil intenção de eliminar lideranças, implodir experiências prévias e processos coletivos ou favorecer a implantação de novos projetos de gestão e a construção de novos grupos hegemônicos.
A afirmação de projetos e lideranças democraticamente legitimadas pelo cotidiano da gestão democrática é algo natural que certamente pode prescindir da mesquinharia da perseguição política rasteira e conservadora!
O mecanismo da lotação prioritária, que já existe em algumas redes que praticam a gestão democrática, deveria, a meu juízo, ser instituído formal e legalmente em todos os processos eleitorais para direções de escolas públicas, de forma a restringir tristes episódios onde discurso e prática afastam-se, configurando constrangedora incoerência que não coaduna com o verbo de quem prega pluralismo, unidade, descentralização e outras bonitas palavras de ordem.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Registro
Esse blogueiro justifica a ausência do artigo/post da última quarta (01/02). Retorno de férias, dia atribulado...
Vantagens de ser seu próprio editor, rs.
À presente justificativa se soma o compromisso de tentar manter a regularidade proposta nas próximas semana. Excepcionalmente, postaremos amanhã, domingo.
Abraço.
Vantagens de ser seu próprio editor, rs.
À presente justificativa se soma o compromisso de tentar manter a regularidade proposta nas próximas semana. Excepcionalmente, postaremos amanhã, domingo.
Abraço.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Minha cidade... nossa rotina...
Apenas dois dias fora de Campos é o tempo suficiente para que nossa dura - e antiga - realidade nos pareça tão inacreditável quanto rotineira.
Fim da tarde, horário do rush. Qualquer rudimento de conhecimento em engenharia de trânsito indica a sandice que representa a interdição da rua Saldanha Marinho - principal alternativa para desafogar o trânsito na Avenida 28 de março - neste horário para "obras". Mais precisamente: recapeamento asfáltico. Inegavelmente iniciativa tão necessária quanto rara nesta planície. Não há indicação de folga orçamentária neste início de ano em comparação com os três anos da gestão em curso. Por isso surpreende a ênfase observada nas últimas semanas com relação a este tipo de investimento em infraestrutura nas vias centrais da cidade. Também surpreende - haverá algum engenheiro na EMUT ou apenas afilhados políticos? - repito, o horário da pavimentação na Saldanha Marinho. Fosse apenas zelo pela cidade, o cuidado poderia ter lugar após as 22 horas, como na maioria das cidades de porte médio e metrópoles.
Fica a nítida impressão de que calendário e "equívocos" na execução de obras que se tornam cenas de auto-promoção delas prórias na paisagem urbana por muitos meses - mais do que parece necessário - se relacionam a oportunidade do ano eleitoral.
Ficasse fora dois meses acho que nada mudaria nesta realidade que se estende por mais de duas décadas. Pobre cidade rica!
Fim da tarde, horário do rush. Qualquer rudimento de conhecimento em engenharia de trânsito indica a sandice que representa a interdição da rua Saldanha Marinho - principal alternativa para desafogar o trânsito na Avenida 28 de março - neste horário para "obras". Mais precisamente: recapeamento asfáltico. Inegavelmente iniciativa tão necessária quanto rara nesta planície. Não há indicação de folga orçamentária neste início de ano em comparação com os três anos da gestão em curso. Por isso surpreende a ênfase observada nas últimas semanas com relação a este tipo de investimento em infraestrutura nas vias centrais da cidade. Também surpreende - haverá algum engenheiro na EMUT ou apenas afilhados políticos? - repito, o horário da pavimentação na Saldanha Marinho. Fosse apenas zelo pela cidade, o cuidado poderia ter lugar após as 22 horas, como na maioria das cidades de porte médio e metrópoles.
Fica a nítida impressão de que calendário e "equívocos" na execução de obras que se tornam cenas de auto-promoção delas prórias na paisagem urbana por muitos meses - mais do que parece necessário - se relacionam a oportunidade do ano eleitoral.
Ficasse fora dois meses acho que nada mudaria nesta realidade que se estende por mais de duas décadas. Pobre cidade rica!
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Nós os "bobos", do planalto à planície.
A leitura da coluna escrita de um dos principais blogueiros do país - Ricardo Noblat - na edição impressa d'O GLOBO da última segunda-feira explicita a visão que o PIG e as elites - políticas e econômicas - tem de nós, "a patuléia do brejo" e setores políticos independentes e comprometidos com este novo Brasil.
Assim, a opinião pública - a mesma à qual Floriano Pedreira, um político corrupto, personagem de José Wilker em O Brado Retumbante negou existir neste país no episódio de estréia da série, ontem - foi singelamente classificada como "boba" por Noblat no texto em questão por... aprovar a gestão da presidenta Dilma!
Isto mesmo, ainda que reconheça sutilmente o mérito da gestão em manter a economia em ordem num momento de crise do capitalismo - só isso! - o articulista/ blogueiro pontua uma agenda crítica das elites, da direita oposicionista e da imprensa golpista para, com referências levianas a pauta requentada das "denúncias" apresentadas de forma sistemática e orquestrada por órgãos de imprensa no segundo semestre de 2011, chamr a maioria da opinião pública de... idiotas, ou em suas palavras "povo bobo".
Na verdade, a lógica que irrita o PIG ou o ministro corrupto da ficção - símbolo de muitos similares da realpolitik - é a mesma: a lógica da independência e da autonomia que nós, os "bobos" vimos exercendo já há uma década para decidir democraticamente nossos destinos sem a tutela da elite e de seus porta-vozes travestidos de jornalistas.
Oxalá ventos desta tendência pudessem soprar sobre esta planície. Por ora o horizonte permanece nebuloso.
Assim, a opinião pública - a mesma à qual Floriano Pedreira, um político corrupto, personagem de José Wilker em O Brado Retumbante negou existir neste país no episódio de estréia da série, ontem - foi singelamente classificada como "boba" por Noblat no texto em questão por... aprovar a gestão da presidenta Dilma!
Isto mesmo, ainda que reconheça sutilmente o mérito da gestão em manter a economia em ordem num momento de crise do capitalismo - só isso! - o articulista/ blogueiro pontua uma agenda crítica das elites, da direita oposicionista e da imprensa golpista para, com referências levianas a pauta requentada das "denúncias" apresentadas de forma sistemática e orquestrada por órgãos de imprensa no segundo semestre de 2011, chamr a maioria da opinião pública de... idiotas, ou em suas palavras "povo bobo".
Na verdade, a lógica que irrita o PIG ou o ministro corrupto da ficção - símbolo de muitos similares da realpolitik - é a mesma: a lógica da independência e da autonomia que nós, os "bobos" vimos exercendo já há uma década para decidir democraticamente nossos destinos sem a tutela da elite e de seus porta-vozes travestidos de jornalistas.
Oxalá ventos desta tendência pudessem soprar sobre esta planície. Por ora o horizonte permanece nebuloso.
De volta.
Após dois anos, voltei a este espaço virtual há cerca de um mês, para comentar o que vi na apuração do pleito para a reitoria do IFF com relação a fatos distorcidos e manipulados pela imprensa local. Confesso que neste mês de férias tive saudade de voltar aqui, o que não fiz antes por compromissos pessoais de suma importãncia - as férias de meus filhos!
Assim, aviso aos amigos que cultivaram em algum momento o hábito de acessar este blog que ele éstá voltando à ativa. Não com a agilidade e volume de postagens que o veículo exigiria e nem mesmo com o que já foi possível fazer em tempos de mais vigor, mais disponibilidade e mais esperança. Mas com a regularidade possível, provavelmente com um post/artigo semanal - as quartas-feiras - e com incursões extraordinárias quando julgar necessário ou não me aguentar.
A foto acima em breve será alterada visto que não corresponde à imagem atual do blogueiro.
A seguir, o primeiro post semanal. Espero poder me comunicar com quem interessa e ... apesar de "vocês", "sigamos em frente."
Assim, aviso aos amigos que cultivaram em algum momento o hábito de acessar este blog que ele éstá voltando à ativa. Não com a agilidade e volume de postagens que o veículo exigiria e nem mesmo com o que já foi possível fazer em tempos de mais vigor, mais disponibilidade e mais esperança. Mas com a regularidade possível, provavelmente com um post/artigo semanal - as quartas-feiras - e com incursões extraordinárias quando julgar necessário ou não me aguentar.
A foto acima em breve será alterada visto que não corresponde à imagem atual do blogueiro.
A seguir, o primeiro post semanal. Espero poder me comunicar com quem interessa e ... apesar de "vocês", "sigamos em frente."
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Lição de História!
O período já é para descanso e também para providenciar algumas lembranças pendentes.
Ou ainda para pensar em reservar algum tempo para leituras parcas mas de qualidade. Senão podemos acabar como alguns pretenciosos que, de tanto ler e escrever muitas asneiras, descomprometem-se totalmente com os fatos que a história registra.
Então, para tentar contrapor a ignorância - até porque os personagens em questão gostavam mesmo de converter mentiras repetidas em verdades - vamos a uma última lição do ano, que aliás lecionei recentemente para meus alunos do curso integrado médio/técnico há uma semana: os nazistas, apesar do contexto histórico favorável e da competência de Goebels no manejo da propaganda política, NUNCA obtiveram a maioria absoluta dos votos nos extertores da República de Weimar. Na verdade, após a tentativa mal-sucedida de golpe em 1923, e com o recrudescimento da crise após o crack da bolsa de 29, os nazistas se favoreceram da desarticulação entre sociais-democratas e comunistas, da fragilidade dos políticos tradicionais, democratas liberais, e do oportunismo conservador da burguesia para finalmente conduzir Hitler ao poder instalando uma ditadura. É certo que obtiveram excelentes resultados eleitorais, mas JAMAIS o sufrágio da maioria da sociedade alemã.
Talvez seja um ato falho, uma questão de admiração e identidade que possa sugerir tal equívoco, mas, como já disse, trata-se de lição de ensino básico. Nem precisaria ter frequentado bancos universitários para saber disso!
Ou ainda para pensar em reservar algum tempo para leituras parcas mas de qualidade. Senão podemos acabar como alguns pretenciosos que, de tanto ler e escrever muitas asneiras, descomprometem-se totalmente com os fatos que a história registra.
Então, para tentar contrapor a ignorância - até porque os personagens em questão gostavam mesmo de converter mentiras repetidas em verdades - vamos a uma última lição do ano, que aliás lecionei recentemente para meus alunos do curso integrado médio/técnico há uma semana: os nazistas, apesar do contexto histórico favorável e da competência de Goebels no manejo da propaganda política, NUNCA obtiveram a maioria absoluta dos votos nos extertores da República de Weimar. Na verdade, após a tentativa mal-sucedida de golpe em 1923, e com o recrudescimento da crise após o crack da bolsa de 29, os nazistas se favoreceram da desarticulação entre sociais-democratas e comunistas, da fragilidade dos políticos tradicionais, democratas liberais, e do oportunismo conservador da burguesia para finalmente conduzir Hitler ao poder instalando uma ditadura. É certo que obtiveram excelentes resultados eleitorais, mas JAMAIS o sufrágio da maioria da sociedade alemã.
Talvez seja um ato falho, uma questão de admiração e identidade que possa sugerir tal equívoco, mas, como já disse, trata-se de lição de ensino básico. Nem precisaria ter frequentado bancos universitários para saber disso!
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Um elefante incomoda muita gente... Uma pergunta as vezes incomoda muito mais!
O post anterior, adaptado como comentário provocativo no blog do filho do dono causou reação a qual não foi possível responder no citado espaaço virtual, pois, além da desproporção entre o espaço utilizado pelo dono do pedaço e a disponibilidade para comentários de "leitores", os comentários ao post foram fechados!
Assim, ainda que tenha mais o que fazer, considerando que os ataques em resposta a questão objetiva foram feitos em página de acesso público, seguem algumas considerações:
1- Se há confusão entre a editoria do jornal e o blog do filho do dono, esta foi estabelecida por aquele blogueiro que, em post militante que comemorava a eleição do professor Luiz Augusto para a reitoria do IFF, falou claramente em nome do matutino do qual é diretor. Só por isso a pergunda não respondida foi encaminhada como comentário à mesma postagem;
2- Uma relação corretamente classificada como "colaboração" não pressupõe compromisso que se assemelhe à disciplina militar, nem tampouco esteve jamais pautada em coerção ou metas e exercícios com alto grau de dificuldade. Daí não fazer sentido qualquer metáfora cinematográfica com relação a minha decisão pessoal em declinar da colaboração com a Folha da Manhã em funçãon de compromissos profissionais e, sobretudo, por convicções pessoais;
3- Longe de mim querer "editar" qualquer matutino. Mas, voltando à pergunta não respondida à este parvo blogueiro bissexto, como cidadão me permito o direito de questionar sobre a coerência de qualquer veículo de comunicação. Assim, não me dou por satisfeito com as evasivas referências do filho do dono a artigos assinados e entrevistas com a Professora Graciete Santana. Penso que seria coerente a mesma dureza manifestada contra a Professora Cibele nas cobranças e reivindicações para a efetivação da gestão democrática, sobretudo na rede estadual, por parte de tão democrático periódico!
4- Não me causa estranheza que quem possivelmente paute suas relações pessoais em interesses políticos e empresariais confunda laços de amizade, lealdade e companheirismo com "servidão";
5- Por fim, este modesto educador - licenciado e bacharel em Historia - se reserva o direito de arbitrar o caráter seletivo de suas parcas leituras.
Assim, ainda que tenha mais o que fazer, considerando que os ataques em resposta a questão objetiva foram feitos em página de acesso público, seguem algumas considerações:
1- Se há confusão entre a editoria do jornal e o blog do filho do dono, esta foi estabelecida por aquele blogueiro que, em post militante que comemorava a eleição do professor Luiz Augusto para a reitoria do IFF, falou claramente em nome do matutino do qual é diretor. Só por isso a pergunda não respondida foi encaminhada como comentário à mesma postagem;
2- Uma relação corretamente classificada como "colaboração" não pressupõe compromisso que se assemelhe à disciplina militar, nem tampouco esteve jamais pautada em coerção ou metas e exercícios com alto grau de dificuldade. Daí não fazer sentido qualquer metáfora cinematográfica com relação a minha decisão pessoal em declinar da colaboração com a Folha da Manhã em funçãon de compromissos profissionais e, sobretudo, por convicções pessoais;
3- Longe de mim querer "editar" qualquer matutino. Mas, voltando à pergunta não respondida à este parvo blogueiro bissexto, como cidadão me permito o direito de questionar sobre a coerência de qualquer veículo de comunicação. Assim, não me dou por satisfeito com as evasivas referências do filho do dono a artigos assinados e entrevistas com a Professora Graciete Santana. Penso que seria coerente a mesma dureza manifestada contra a Professora Cibele nas cobranças e reivindicações para a efetivação da gestão democrática, sobretudo na rede estadual, por parte de tão democrático periódico!
4- Não me causa estranheza que quem possivelmente paute suas relações pessoais em interesses políticos e empresariais confunda laços de amizade, lealdade e companheirismo com "servidão";
5- Por fim, este modesto educador - licenciado e bacharel em Historia - se reserva o direito de arbitrar o caráter seletivo de suas parcas leituras.
sábado, 17 de dezembro de 2011
Por que será?
Assim como Eremildo, esse blogueiro bissexto também é um idiota! Então, frente o discurso da Folha da Manhã, que justifica sua parcialidade engajada e o excesso de espaço na cobertura das eleições para a reitoria do IFF como uma "intransigente defesa de pleitos e da democracia na gestão de escolas públicas", cabe perguntar:
Por que será então que que o jornal não destina página inteira a entrevista com diretores do SEPE, em defesa da gestão democrática nas escolas da rede municipal, conforme previsto no Plano Municipal de Educação e negligenciado pela Prefeita? Ou por que não questiona veementemente em seus editoriais a intransigência do Governador Sérgio Cabral e do Secretário Risolia em admitir a gestão democrática nas escolas da SEEDUC?
Por que será então que que o jornal não destina página inteira a entrevista com diretores do SEPE, em defesa da gestão democrática nas escolas da rede municipal, conforme previsto no Plano Municipal de Educação e negligenciado pela Prefeita? Ou por que não questiona veementemente em seus editoriais a intransigência do Governador Sérgio Cabral e do Secretário Risolia em admitir a gestão democrática nas escolas da SEEDUC?
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Mais do mesmo.
Com pesar, este blog sai de um silêncio de quase vinte meses num gesto simbólico, para mais uma vez se indignar contra a vergonha reprresentada pela falta de ética e de credibilidade de setores da imprensa escrita de Campos. O simbolismo está no fato de um dia este escriba haver acreditado na possibilidade da "rede blog" representar uma alternativa de liberdade de expressão e independência na circulação de idéias e notícias na triste paisagem desta planície.
A frustração de outrora somada à acumulação de compromissos sindicais e profissionais calaram esta trincheira.
Contudo, hoje, a indignação me traz de volta, frente o choque causado pela observação de inverdades e manifestações de interesses escusos na manchete exposta no jornaleiro em uma certa Folha local.
Como professor do Instituto Federal Fluminense e membro suplente da Comissão eleitoral responsável pelo pleito - representando o Campus Itaperuna - pude acompanhar de perto o imbróglio ocorrido na apuração dos votos dos discentes do Campus centro para a reitoria. Vale destacar aqui que o problema deve-se a equivocos da Comissão eleitoral do Campus centro e dos mesários responsáveis pela colheita dos votos nesta unidade e a possível má fé de alguns estudantes eleitores.
Frente a evidências de irregularidades nas urnas referentes ao corpo discente, a Comissão eleitoral central agiu de forma prudente de forma a não macular o pleito e os votos até então escrutinados. A reitoria não teve qualquer atitude no sentido de impedir escrutíneo algum, apenas fiscais da Professora Cibele agiram no sentido de preservar a lisura do pleito.
A Polícia Federal não "garantiu" apuração alguma, assim como a reitoria nunca quis impedir escrutíneo algum! A presença da força policial foi solicitada pela Comissão eleitoral para preservar o conteúdo das urnas da ação de falsas lideranças, ex-alunos e gestores irresponsáveis que incitavam estudantes incautos e ingênuos a tumultuar o processo democrático. Tudo transcorreu de forma normal após acordo entre as candidaturas para garantir a manifestação democrática da vontade da comunidade frente a indícios de fraude.
O que choca é a desproporção entre o apelo desta pauta junto ao universo da opinião pública, em que pese a importância de nosso instituto na cidade e na região, e o tamanho da cobertura - metade da primeira página - destinada pelo jornal às eleições para a reitoria do IFF. Mais uma vez a desproporção na apuração de notícias entre os dois jornais diários da cidade fica registrada em edições "históricas" que confundirão profundamente futuros historiadores. Apesar do empenho da Prefeita e de seus aliados na eleição do Professor Luiz Augusto, o Diário cobriu de forma mais discreta sua vitória! Fica a questão: Quais interessse e que relações unem a Folha da Manhã e o grupo que hegemoniza o Campus centro e agora o IFF?
Aos vencedores as batatas e o butim pelo qual tanto brigaram. Mas também o registro que sua vitória contrariou mais de 48% da comunidade do Instituto, e que os Campus de outras cidades, sobretudo os que estão em fase de consolidação, não aceitarão o bicote a retaliação e o "campos centrismo" dos que, como um louco que nos abordou nas arquibancadas do ginásio ontem às 09:00 da manhã, acreditam que o instituto se resume aos campi de Campos.
A frustração de outrora somada à acumulação de compromissos sindicais e profissionais calaram esta trincheira.
Contudo, hoje, a indignação me traz de volta, frente o choque causado pela observação de inverdades e manifestações de interesses escusos na manchete exposta no jornaleiro em uma certa Folha local.
Como professor do Instituto Federal Fluminense e membro suplente da Comissão eleitoral responsável pelo pleito - representando o Campus Itaperuna - pude acompanhar de perto o imbróglio ocorrido na apuração dos votos dos discentes do Campus centro para a reitoria. Vale destacar aqui que o problema deve-se a equivocos da Comissão eleitoral do Campus centro e dos mesários responsáveis pela colheita dos votos nesta unidade e a possível má fé de alguns estudantes eleitores.
Frente a evidências de irregularidades nas urnas referentes ao corpo discente, a Comissão eleitoral central agiu de forma prudente de forma a não macular o pleito e os votos até então escrutinados. A reitoria não teve qualquer atitude no sentido de impedir escrutíneo algum, apenas fiscais da Professora Cibele agiram no sentido de preservar a lisura do pleito.
A Polícia Federal não "garantiu" apuração alguma, assim como a reitoria nunca quis impedir escrutíneo algum! A presença da força policial foi solicitada pela Comissão eleitoral para preservar o conteúdo das urnas da ação de falsas lideranças, ex-alunos e gestores irresponsáveis que incitavam estudantes incautos e ingênuos a tumultuar o processo democrático. Tudo transcorreu de forma normal após acordo entre as candidaturas para garantir a manifestação democrática da vontade da comunidade frente a indícios de fraude.
O que choca é a desproporção entre o apelo desta pauta junto ao universo da opinião pública, em que pese a importância de nosso instituto na cidade e na região, e o tamanho da cobertura - metade da primeira página - destinada pelo jornal às eleições para a reitoria do IFF. Mais uma vez a desproporção na apuração de notícias entre os dois jornais diários da cidade fica registrada em edições "históricas" que confundirão profundamente futuros historiadores. Apesar do empenho da Prefeita e de seus aliados na eleição do Professor Luiz Augusto, o Diário cobriu de forma mais discreta sua vitória! Fica a questão: Quais interessse e que relações unem a Folha da Manhã e o grupo que hegemoniza o Campus centro e agora o IFF?
Aos vencedores as batatas e o butim pelo qual tanto brigaram. Mas também o registro que sua vitória contrariou mais de 48% da comunidade do Instituto, e que os Campus de outras cidades, sobretudo os que estão em fase de consolidação, não aceitarão o bicote a retaliação e o "campos centrismo" dos que, como um louco que nos abordou nas arquibancadas do ginásio ontem às 09:00 da manhã, acreditam que o instituto se resume aos campi de Campos.
sábado, 24 de abril de 2010
Ela deve entender mesmo é de natação...

Na tarde de hoje recebi uma fraterna e oportuna cobrança para romper a inatividade e escrever na blogosfera. Sobre política, no blog onde sou menos ausente ultimamente o Blog do núcleo - se ainda não conhece clique aqui!
Mas, frente aos absurdos já anunciados desde ontem e confirmados hoje sobre o futebol do Flamengo, resolvi dar meu pitaco aqui sobre a pixotada da moça "disciplinadora" que responde hoje pela "instituição" - discurso bonito!
Só discurso. Pelas suas companhias, vê-se logo que ela entende de blá, blá, blá. Ou já se esqueceram da gestão de seu lua preta Hélio Paulo Ferraz? - clique aqui para refrescar a memória. Um desastre, um biênio onde o clube esteve perto do rebaixamento à série B do brasileirão, por duas vezes, e até mesmo, pasme, à segundona do estadual, em 2002! Um sujeito ridículo que uma vez se candidatou ao Senado Federal com a alcunha de "Super-Helinho", sendo obviamente derrotado. Pois é este playboy de merda, arremedo de político e desastre de cartola que protagoniza a "missão" de "profissionalizar" a gestão do futebol do clube. Façam-me rir!!!
Eu cá com meus botões, apesar de escaldado com a cartolagem rubro-negra, torci moderadamente pelo Delair Dumbrosck no último pleito. Dois de seus méritos: mandar Kleber Leite às favas e reconquistar o Brasileirão após 17 anos. Mas observei até aqui com expectativa a gestão da nossa eterna nadadora. Pois parece que Dona Patrícia entende mesmo é de natação! Se não convencerem o Joel até amanhã, a Presidente e os idiotas que a cercam devem saber que tem remotas chances de superar o Corinthians na quarta com um técnico estrangeiro que tome pé na Gávea na segunda, a dois dias do jogo, qualquer que seja ele, inclusive Muricy! É esperar, torcer para um OK de Papai Joel e rezar...
terça-feira, 30 de março de 2010
Hit Parade!
Para além de projetos messiânicos, pseudo-esquerdistas de araque e boa-fé de incautos(as), a irreverência e criatividade dos estudantes continua dando o tom em momentos democráticos!
Assembléia suspensa
A "assembléia" irregularmente convocada para a noite de ontem - nem mesmo observaram as disposições estatutárias para tal convocação - pela antiga direção do SINPRO Campos/ São João da Barra, que permanece irregularmente à frente da entidade desde 04/01, para tentar mais uma manobra no sentido de golpear a decisão democrática das eleições de dezembro - onde liderando a chapa de oposição fui eleito presidente daquele sindicato - foi suspensa no início da tarde pelo Mmo. Juiz da 3ª Vara do Trabalho de Campos, Dr. Cláudio Aurélio Freitas, por meio de medida liminar, atendendo solicitação de nossa chapa.
Hoje haverá audiência no processo que trata do caso do golpe em curso contra a manifestação democrática dos professores que votaram no pleito. A expectativa é de que, finalmente, a vontade da categoria seja observada.
Hoje haverá audiência no processo que trata do caso do golpe em curso contra a manifestação democrática dos professores que votaram no pleito. A expectativa é de que, finalmente, a vontade da categoria seja observada.
sexta-feira, 26 de março de 2010
Golpistas tentam nova manobra no SINPRO Campos.
Com audiência na Justiça do Trabalho para avaliar o processo movido contra mim pela advogada do SINPRO Campos, Dra. Clésia Moraes, marcada para a próxima terça-feira (30/03), os golpistas que permanecem á frente do sindicato irregularmente desde 04/01 - graças à omissão da Comisão eleitoral que, descumprindo o que prevê o estatuto da entidade em seu artigo 51, não deu posse a nova diretoria na data marcada por ela própria - tentam uma nova cartada para se manter à frente do sindicato apesar da derrota nas urnas e da total falta de legitimidade.
Hoje, apenas um dia útil antes da data prevista - quando o estatuto prevê antecedência mínima de cinco dias para a convocação de Assembléias extraordinárias -fizeram publicar em jornal local edital de convocação de Assembléia para discutir a crise desncadaeada pelo golpe articulado pela Comissão eleitoral e a antiga diretoria contra a direção eleita em dezembro de 2010.
Uma vergonha tentar no último momento mais uma alternativa golpista contra a iminente derrota no tribunal.
Nós da Chapa 1 - Oposição. Reconstrução do Sinpro Campos estamos buscando junto a Justiça a suspensão da Assembléia convocada irregularmente e sem a devida mobilização nas escolas, que a antiga diretoria não tem mesmo o hábito de frequentar, e aguardamos tranquilos a decisão da Justiça no sentido de nos dar posse na próxima terça-feira, legitimando a vontade soberana da maioria da categoria manifestada democraticamente nas urnas nas eleições de dezembro.
ATUALIZAÇÃO em 30/03 às 08:00
Na verdade o edital convocando a "assembléia" golpista só circulou na edição de sábado do jornal O Diário.
Hoje, apenas um dia útil antes da data prevista - quando o estatuto prevê antecedência mínima de cinco dias para a convocação de Assembléias extraordinárias -fizeram publicar em jornal local edital de convocação de Assembléia para discutir a crise desncadaeada pelo golpe articulado pela Comissão eleitoral e a antiga diretoria contra a direção eleita em dezembro de 2010.
Uma vergonha tentar no último momento mais uma alternativa golpista contra a iminente derrota no tribunal.
Nós da Chapa 1 - Oposição. Reconstrução do Sinpro Campos estamos buscando junto a Justiça a suspensão da Assembléia convocada irregularmente e sem a devida mobilização nas escolas, que a antiga diretoria não tem mesmo o hábito de frequentar, e aguardamos tranquilos a decisão da Justiça no sentido de nos dar posse na próxima terça-feira, legitimando a vontade soberana da maioria da categoria manifestada democraticamente nas urnas nas eleições de dezembro.
ATUALIZAÇÃO em 30/03 às 08:00
Na verdade o edital convocando a "assembléia" golpista só circulou na edição de sábado do jornal O Diário.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Desativando...
Esse blog não é a TroLha e nem tem essa pretensão! As razões também são diversas e falaremos mais sobre isso em breve num derradeiro post. Mas anunciamos aqui desde já que esse espaço virtual, já adormecido pela frequencia inconstante nos últimos meses vai entrar am recesso definitivo a partir dos próximos dias.
Neste intervalo produziremos um breve balanço dessa experiência de 30 meses a ser aqui publicado. Desde já agradecemos a participação e colaboração de todos que aqui escreveram ou que interagiram com esta página neste período. Um abraço.
Neste intervalo produziremos um breve balanço dessa experiência de 30 meses a ser aqui publicado. Desde já agradecemos a participação e colaboração de todos que aqui escreveram ou que interagiram com esta página neste período. Um abraço.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
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